Publicado por: Francis Albert Fujii | setembro 16, 2008

A prática de corrida aumenta expectativa e qualidade de vida

Estudo comprova a eficácia de atividades físicas, principalmente corrida, para aumentar o tempo de vida e assegurar habilidades funcionais do organismo
Divulgada recentemente pela Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, uma pesquisa realizada por mais de 20 anos comprova os benefícios dos exercícios físicos, principalmente da corrida, para garantir mais anos de vida com saúde, sem problemas de memória, demência ou perda física e de habilidades funcionais.

O estudo realizado de 1985 a 2005 contou desde o início com pessoas de idade igual ou superior a 50 anos, que foram analisadas durante todo o período. Sem grandes surpresas, os resultados pontuais, assim como o final, mostraram que os exercícios físicos são benéficos à saúde, pois melhoram o desempenho cardiovascular do organismo; evitam a osteoporose, pois aumentam a massa óssea; evitam inflamações, aumentam a capacidade física e são a melhor alternativa para garantir a capacidade de aprendizagem e memória.

Segundo os pesquisadores, algumas pessoas interromperam ou diminuíram a prática de esportes, mas mesmo assim os benefícios da saúde foram mantidos por longos períodos e podem ser percebidos até hoje, mesmo que tenham 90 anos ou mais.

Após quase duas décadas do estudo, cerca de 15% dos estudados que praticavam corrida e 34% dos sedentários faleceram. Entre os esportistas, poucos morreram por problemas cardiovasculares e menos ainda por fatores neurológicos e infecciosos.

Segundo o Dr. Francis Fujii, médico de família e patologista clínico do Delboni Auriemo Medicina Diagnóstica/ DASA, nunca é tarde para começar a praticar esportes e os benefícios para a saúde e ao bem-estar sempre serão percebidos. “O estudo da Universidade de Stanford é focado na prática de corrida, mas vale dizer que todo exercício físico melhora as funções do organismo”, acrescenta Dr. Fujii.

Para iniciar a prática de qualquer esporte, principalmente de corrida, é preciso consultar um médico e realizar um check-up para verificar se está tudo bem com a saúde. “Exames após uma boa avaliação médica cardiovascular e ortopédica, como eletrocardiograma ou teste ergométrico, são essenciais para definir a aptidão do futuro atleta e qual a melhor modalidade a ser escolhida”, comenta o Patologista.

Publicado por: Francis Albert Fujii | agosto 23, 2008

Check up masculino!

 

Mesmo super-heróis devem cuidar da saúde. Pais de todas as idades, invencíveis ao olhar dos filhos, também estão vulneráveis a doenças, por isso é importante que se realizem exames periodicamente. O médico de família e patologista clínico Francis Albert Fujii, do Delboni Auriemo Medicina Diagnóstica/ DASA orienta que os homens percam o receio de checar as condições físicas. “Assim como as mulheres, que realizam o exame de colpocitologia oncótica (papanicolaou), o sexo masculino também deve realizar um check-up geral. O ideal é pelo menos uma visita com seu médico de confiança ao ano”, conta.

 

Segundo dados do Ministério da Saúde, no Sistema Único de Saúde (SUS), a cada oito consultas ginecológicas acontece apenas uma urológica. Doenças como câncer de próstata, que é a segunda maior causa de morte por câncer entre homens, perdendo apenas para os tumores de pulmão, podem ser tratadas de maneira eficaz quando descoberta precocemente. Dentre alguns métodos diagnósticos da doença, o mais eficiente é a palpação digital da próstata (toque retal), um exame indolor e rápido, que consiste em tocar a próstata por meio do reto.

 

“O procedimento, que deve ser realizado em homens a partir dos 40 anos, consiste na avaliação do tamanho do órgão, seus limites e características anatômicas habituais que permite palpar algum nódulo suspeito”, diz o patologista. A dosagem do PSA (Antígeno Prostático Específico), uma glicoproteína produzida pela glândula prostática, deve ser realizada também, pois sua elevação pode indicar alguma anormalidade na glândula, que nem sempre será diagnosticada como câncer.  

 

Os pais mais jovens, a partir dos 20 anos, também devem se preocupar com sua saúde periodicamente, verificando níveis de colesterol, triglicérides, glicemia (para descartar diabetes), atividade cardíaca e DST’s (doenças sexualmente transmissíveis). Confira os exames sugeridos pelo Dr. Fujii para cada fase da vida do homem.

 

Para TODOS:

ü  Consultar periodicamente um especialista. Exames diagnósticos devem ser sempre Conferir a pressão arterial sempre!

ü  Controlar o peso. A obesidade deve ser combatida, pois aumenta o risco de eventos cardiovasculares.

ü  Praticar exercícios.

ü  Não fumar.

ü  Atualizar a carteirinha de vacinação. A prevenção é sempre melhor que remediar.

 

Aos 20 anos:

ü  Controle de colesterol, triglicérides, glicemia, creatinina e urina.

ü  Avaliação de pintas

ü  Realizar exames para prevenção de doenças hematológicas como anemias, hepáticas e cardíacas.

ü  Usar Camisinha para prevenção de DST’s como HIV, hepatite B e C, HPV, clamídia, gonorréia, sífilis, herpes, cancro mole e donovanose.

 

Aos 30 anos:

ü  Além de seguir as dicas anteriores, os homens devem procurar um oftalmologista aos 30 anos.

 

Aos 40 anos:

ü  Os homens devem manter a adaptação às dicas acima e incluir outros cuidados, além de procurar um urologista e realizar exames para prevenção de problemas na próstata.

 

Aos 50 ou mais anos:

ü  Manter todos os tópicos acima e investigar neoplastias. 

Publicado por: Francis Albert Fujii | julho 23, 2008

Alta temperatura! Febre!

Bastou o termômetro mostrar um início de febre para que a intranqüilidade domine os pais, principalmente se o filho é pequeno e eles ainda não se familiarizaram com as reações da criança para se sentirem mais seguros e não acharem que qualquer alteração da temperatura é sinal de doença.
A febre em crianças, mesmo alta, raramente significa algo grave. Na maioria das vezes, é causada por viroses, como a gripe. Para que os pais fiquem mais sossegados, a Primeiros Passos consultou um médico sobre o assunto para que daqui pra frente saibam identificar quando a febre não passa de um sinal das defesas agindo no organismo dos baixinhos.
Os primeiros sinais da febre : A febre corresponde ao aumento da temperatura corporal, acima do limite fisiológico, ou seja, a presença de temperatura axilar maior do que 37,8 oC. A febre pode ser acompanhada ou não de tremores de frio, alterações evidentes do apetite e do comportamento, entre outros. De acordo com o Dr. Francis Albert Fujii, a média de temperatura considerada normal para uma criança é de 35,6 a 37,5 graus. No recém-nascido as oscilações de temperatura são mais freqüentes por conta da imaturidade de suas funções orgânicas. Dessa forma, o bebê pode apresentar sintomas de febre apenas por estar agasalhado demais. Entretanto, após o primeiro mês, o bebê começa a perder a imunidade herdada da mãe para formar a sua própria e fica mais sujeito a doenças cujo único sintoma muitas vezes é a febre. Por isso, é aconselhável comunicar ao pediatra qualquer alteração de temperatura nos bebês com até 6 meses. Quando uma criança está com febre é muito importante os pais avaliarem seu comportamento, “porque quanto mais apático e pior o estado da criança, geralmente mais grave é o estado de saúde”. Geralmente, um estado toxêmico ou infeccioso pode estar associado a aspecto abatido, inapetência, irritabilidade, sonolência, letargia, choro inconsolável e gemência”, explica Dr. Fujii.
Febre em bebês pode ser sinal de saúde : Embora isso não seja muito claro para os pais, a febre pode ser um sinal de saúde. O médico explica que “a febre geralmente é reflexo de um reajuste no “termostato” de controle da temperatura corporal. Quando há liberação de pirógenos endógenos, altera-se o termostato e ocorre a febre em resposta a uma situação de agressão, geralmente, em resposta a agentes infecciosos, tóxicos, drogas, antígenos, mas também em situações fisiológicas, como excesso de calor ambiental (excesso de agasalho), exercício físico intenso e desidratação”. A febre cria as condições ideais para o organismo combater os agentes agressores, como os vírus, bactérias e outros microorganismos, pois a elevação da temperatura acelera as funções orgânicas, levando, por exemplo, mais oxigênio e glicose às células, fazendo com que estas consigam produzir mais substâncias de defesa. Por isso, a febre indica que o organismo está cumprindo bem sua função. Certamente surgiu uma dúvida na sua cabeça, não? Se a febre pode ser sinal de saúde, então, por que é necessário baixá-la? O médico afirma que “a decisão de se tratar ou não a febre depende do estado clínico e da situação em que a criança se encontra. Como explicado, a febre pode estimular as defesas do organismo, auxiliando na melhora clínica. Mas a decisão cabe ao médico que acompanha a criança, devendo o tratamento sempre ser individualizado. Algumas crianças predispostas podem ter convulsão em vigência de febre alta, mas nem toda criança apresentará convulsão, somente as predispostas”. Geralmente, procura-se baixar a febre porque o corpo gasta muita energia para se defender e o uso de antitérmicos ajuda a economizar essa energia durante o combate a uma doença. Além disso, o comportamento da criança é importante num diagnóstico e com a diminuição da febre pode-se observar melhor suas reações.
Febre alta e as doenças ligadas à febre : Nem sempre a febre alta é sinal de um problema mais grave. Muitas vezes os pais imaginam que uma febre de 39 graus é pior que uma de 38, mas a criança pode ter 40 graus com uma simples gripe e 37,7 com pneumonia. Às vezes, uma febre baixa e constante é mais preocupante. Não há um padrão que determine a gravidade de uma doença. A capacidade de defesa de uma criança não é determinada pela temperatura da febre. Segundo Dr. Francis Albert Fujii, as doenças que costumam dar febre são as infecções virais, mais comuns nesta faixa etária, como também as infecções bacterianas. Entretanto, a febre pode estar associada a outros processos inflamatórios, auto-imunes . Quando a criança está com febre muito alta, a principal preocupação dos pais é a ocorrência de convulsões ou a possibilidade de meningite. O médico tranqüiliza os pais, explicando que “não é possível afirmar que a criança não tenha uma das duas condições descritas, afinal, a ocorrência de convulsão febril geralmente está associada a uma predisposição da criança, sendo necessário somente o acompanhamento médico, muitas vezes sem uso de medicação específica. A ocorrência de meningite, somente o histórico, o exame físico e alguns exames complementares podem dar o diagnóstico final”. Dr. Francis Albert Fujii desaconselha os pais a medicarem os filhos quando eles estão com febre, pois “o uso de medicação pode “mascarar” a febre, ocultando para o médico o real estado clínico, como também pode postergar a procura ao médico, conseqüentemente adiando de forma irreversível o tratamento a ser proposto”. Por isso, evite medicar seu bebê sem indicação do pediatra! Procure sempre seu médico antes de aplicar qualquer medicamento na criança!
Medindo a temperatura : Os primeiros sinais de febre são mãos e pés frios. Em algumas ocasiões, a criança pode ter calafrios, rosto avermelhado, suor, olhos brilhantes e irritação. Se você suspeita que o baixinho está com febre, verifique a temperatura com a ajuda de um termômetro. Importante: mantenha a criança quieta para medir a temperatura. O Dr. Francis Albert Fujii explica que “o ideal para se aferir a temperatura é enxugar a axila, colocar o termômetro na axila e manter o braço firmemente apertado no tórax por 4 minutos”. Seguindo esses passos você terá certeza da existência da febre e poderá tomar as medidas corretas para tratar do seu bebê.

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